Execução bancária
Execução e cobrança judicial: prazos primeiro, estratégia em seguida
Em execuções bancárias, o tempo processual é determinante. A leitura do título e da planilha de débito orienta a defesa possível.
Entendendo o problema
A execução bancária parte de um título ao qual a lei atribui força executiva, o que acelera atos de constrição patrimonial.
Bloqueios, penhoras e restrições podem ocorrer em prazos curtos, exigindo resposta técnica e organizada.
A análise verifica a regularidade do título, os valores cobrados e as defesas processuais cabíveis.
Situações atendidas
- —Citação em ação de execução movida por banco
- —Bloqueio de valores em conta
- —Penhora de bens ou de recebíveis
- —Cobrança judicial de CCB ou contrato de empréstimo
- —Execução dirigida a avalistas e fiadores
- —Necessidade de avaliar acordo no curso do processo
Como funciona o atendimento
Da análise à estratégia
Prazos
Verificação imediata de prazos e atos praticados.
Título
Exame do contrato e da planilha de débito.
Defesa
Definição das medidas processuais cabíveis.
Acordo
Avaliação de negociação paralela quando conveniente.
Dúvidas comuns
Perguntas frequentes
Verifique imediatamente os prazos processuais e reúna contrato, planilha de débito e documentos da citação. A defesa cabível depende do título apresentado e do conteúdo da cobrança.
A discussão de valores depende da análise da planilha de débito, dos encargos aplicados e do contrato que fundamenta a execução.
A negociação pode ser avaliada em paralelo à defesa. A conveniência depende do estágio do processo, das garantias e das condições oferecidas.
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